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Global Compact das Nações Unidas
Global Compact das Nações Unidas
Global Compact das Nações Unidas

Em 2007, a APIFARMA subscreve o Pacto Global das Nações Unidas que coincidiu com a vinda do Kofi Annan a Portugal.

O Pacto Global foi instituído por Kofi Annan em 1999, enquanto Secretário-geral da ONU, e advoga, no momento, dez princípios universais, derivados da Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho, da Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento e da Convenção das Nações Unidas Contra a Corrupção.

Todos os anos, a APIFARMA envia para as Nações Unidas a sua Communication on Progress (COP).

Consultar:

Communication on progress (COP) 2009
Communication on progress (COP) 2010
Communication on progress (COP) 2011
Communication on progress (COP) 2012
Communication on progress (COP) 2014


Princípios do Pacto Global

Princípios de Direitos Humanos

1. Respeitar e proteger os direitos humanos
2. Impedir violações de direitos humanos

Princípios de Direitos do Trabalho

3. Apoiar a liberdade de associação no trabalho
4. Abolir o trabalho forçado
5. Abolir o trabalho infantil
6. Eliminar a discriminação no ambiente de trabalho

Princípios de Protecção Ambiental

7. Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais
8. Promover a responsabilidade ambiental
9. Encorajar tecnologias que não agridem o meio ambiente

Princípio contra a Corrupção

10. Combater a corrupção em todas as suas formas inclusive extorsão e suborno

 

Rede Portuguesa do Global Compact

Nesse mesmo ano, em 2007, a APIFARMA adere à Rede Portuguesa do Global Compact.

Esta rede, composta por empresas e organizações nacionais, é dinamizada no nosso país pela Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) que é também o “focal point” do UN Global Compact e que tem apoiado as empresas portuguesas na definição de um quadro ético exigente que contribua para a erradicação da corrupção.

Em Portugal a rede é composta pela Adecco, Delta-Cafés, Fundação Eugénio de Almeida, Fundação Oriente, PT, Sonae, AESE, Brisa, EDP, Grupo Bial, Jerónimo Martins, Papiro, REN e Sopol.

Em Maio de 2009, num movimento sem precedentes, 24 presidentes de corporações globais, onde se incluem a Novartis, a Solvay, a Siemens, a Shell, a GE, o IKEA e a BASF, endereçaram uma carta ao Secretário-geral das Nações Unidas pedindo uma acção firme contra a corrupção, identificada como uma séria ameaça.

Esta declaração destaca que a corrupção generalizada num certo país desencoraja o investimento estrangeiro e torna muito difícil para as empresas concorrerem numa base Ética e surge por convite da International Chamber of Commerce, Transparency International, the United Nations Global Compact, and the World Economic Forum Partnering Against Corruption Initiative, que reuniu em Novembro, em Doha.

A APIFARMA foi, entre outras instituições, uma das oito signatárias desta carta, porque entende que é do interesse do tecido empresarial português e do seu prestígio internacional tomar uma posição de clara rejeição da corrupção. 

Consultar:

Carta original do site do UN Global Compact
Tradução livre para Português
Folheto
 

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