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 Relatório de Actividades 2007
A Apifarma disponibiliza o Relatório de Actividades relativo a 2007. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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 Partnerships to Build Healthier Societies in the Developing World
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CIDADANIA ACTIVA
Já disponível o primeiro Balanço de Cidadania Activa (2003-2006), que aborda o seu envolvimento na área da promoção da saúde, dos doentes, da sustentabilidade do sistema, da informação à comunidade, da investigação científica, do ambiente, entre outros.
Para ver Balanço de Cidadania Activa, clique aqui.
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PREPARAÇÃO PARA INFLUENZA PANDÉMICA:
Planeamento para a continuidade da actividade da indústria global de saúde
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 Relatório de Actividades 2006
A Apifarma disponibiliza o Relatório de Actividades relativo a 2006. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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 CCT Contrato Colectivo de Trabalho para a Indústria Farmacêutica A Apifarma disponibiliza CTT Contrato Colectivo de Trabalho para a Indústria Farmacêutica. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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 Relatório de Actividades 2005 A Apifarma disponibiliza o Relatório de Actividades relativo a 2005. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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Relatório de Actividades 2004 A Apifarma disponibiliza o Relatório de Actividades relativo a 2004. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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Relatório de Actividades 2003 A Apifarma acaba de divulgar o seu relatório de actividades relativo a 2003. Nele se encontram resumidas as linhas-força de acção durante o último ano, nomeadamente no que diz respeito à política do medicamento, projectos especiais, parcerias, imagem e comunicação, deontologia, enquadramento europeu, comissões especializadas, estudos e organização interna. Clique aqui para fazer o download do ficheiro
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Jorge A. Vasconçelos e Sá; Com a colaboração de Magda Rodrigues Pereira e Luís Filipe Quesado; A saúde e o sector farmacêutico: falam os profissonais, Apifarma, Julho 2002.
O livro "A saúde e o sector farmacêutico: falam os profissionais" de Jorge Vasconcellos e Sá, é baseado nas entrevistas a quarenta profissionais de saúde e encontra-se aqui disponível para download.Um pequeno exerto do texto: "Este estudo, partiu no desconhecimento e chega na preocupação. De facto, tendo-se iniciado este trabalho com um escasso conhecimento do sector, o ponto de chegada é de certa inquietação: o sector da saúde (quer farmacêutico, quer não farmacêutico) debate-se com inúmeras dificuldades. Na opinião dos entrevistados. Os quais constituem quarenta líderes de opinião. E cuja carreira fala por eles. Assim sendo, podem haver outros objectivos nacionais importantes, como por exemplo a produtividade e o controlo orçamental, mas todos, todos, acabam por ver a sua relevância empalidecer face ao sector da saúde. É que antes do nível de vida, está a... própria vida e a sua qualidade. Donde, o sector da saúde constitui a prioridade das prioridades nacionais. Pela sua importância, sempre e em geral. E mais ainda no caso específico português. Dadas as suas deficiências."
Se pretender efectuar o download da versão completa deste livro, carregue aqui
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A. Carvalho Rodrigues, Luís (Coordenador); Ginó, António; Sena, Catarina; Dahlin, Karin; Compreender os Recursos Humanos no Serviço Nacional de Saúde, Edições Colibri, Julho 2002. Um livro que reúne e interpreta informação estatística e analisa as opiniões dos actores que fazem funcionar o Serviço Nacional de Saúde. Numa abordagem descritiva faz-se a apresentação da estrutura, organização e formas de administração da rede de cuidados de saúde e ilustram-se os contornos jurídicos do estatuto do pessoal. Ainda nesta linha, tem-se a inevitável comparação com a Europa onde nos situamos. Numa perspectiva analítica e interpretativa, salientam-se os aspectos demográficos, as densidades por grandes grupos profissionais; os aspectos de emprego; a distribuição regional; a formação profissional e as despesas com os efectivos. O diagnóstico qualitativo é efectuado de dois modos: através de uma análise swot e a partir da análise de conteúdo de entrevistas. Complementarmente, reproduzem-se as posições de partidos e sindicatos sobre matérias relacionadas com esta tema. Se pretender efectuar o download da memória descritiva deste livro, carregue aqui |
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Villaverde Cabral, Manuel(Coordenador);Silva, Pedro Alcântara da;Mendes, Hugo Saúde e Doença em Portugal, Imprensa de Ciências Sociais, Lisboa, Abril 2002.
Neste inquérito inédito sobre as atitudes e comportamentos da população portuguesa perante a saúde e a doença, os autores combinaram três dimensões raramente estudadas em simultâneo,a saber: o estado e os hábitos de saúde assumidos pela população ;as condições de acesso, a utilização efectiva e a avaliação dos cuidados de saúde prestados pelo serviço público e pelo sector privado; e finalmente, as atitudes dos inquiridos perante a saúde, a doença e a medecina em geral, as políticas de saúde e o desempenho dos governos nesta área crucial da vida individual e colectiva. |
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Antunes, Manuel J., A Doença da Saúde – Serviço Nacional de Saúde: ineficiência e desperdício, Quetzal Editores, Lisboa, Janeiro 2001.
Partindo da afirmação de que a Saúde em Portugal está definitivamente doente, o Prof. Manuel Antunes percorre todo o sector, analisando não só os problemas da medicina hospitalar, mas também os aspectos genéricos do Sistema Nacional de Saúde. Dos equipamentos da saúde ao financiamento das suas instituições, passando por questões como a burocracia no SNS, as listas de espera e as relações entre a indústria farmacêutica e os médicos, o autor desenvolve pistas que, espera, contribuam para uma mudança significativa da Saúde em Portugal. |
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Lopes, Henrique et al., Gestão da Doença & Qualidade em Saúde, Comissão Sectorial para a Saúde do CNQ, Dezembro 2000.
Um conjunto de textos de relevante importância sobre Melhoria da Qualidade em Cuidados da Saúde, produzidos por destacados Conferencistas nacionais e estrangeiros para a 1ª Conferência sobre Gestão da Doença & Qualidade em Saúde, estão agora disponíveis neste livro, em edição bilingue.
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Guia do Consumidor para o Comércio Electrónico, Instituto do Consumidor – Centro Europeu do Consumidor, Fevereiro 2001.
Um guia imprescindível para quem está desejoso de começar a comprar na Net e não sabe como o fazer ou para todos os que já são web-consumers e que apenas se querem assegurar de que o fazem correctamente. Conhecer os direitos do consumidor e ficar atento às armadilhas, em 44 páginas que desvendam os segredos da matéria. |
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Bates, Andrée, Principles for Effective Online Pharmaceutical Marketing, Financial Times Pharmaceuticals, London 1999.
A internet é, cada vez mais, uma instrumento precioso para o marketing farmacêutico. Apesar de muito poucas empresas do sector a utilizarem na sua plenitude, há, contudo, algumas excepções dignas de registo. Empresas como a Parke-Davis, a Du Pont e a Merck Sharpe & Dohme são mencionadas neste relatório do Finantial Times Pharmaceuticals como exemplos de sucesso no uso dos mecanismos de venda on-line de produtos de saúde. Ao longo do relatório, inúmeros são os pontos abordados. Como criar uma estratégia on-line eficaz, o que ter em conta quando se desenvolve um site comercial, o desenvolvimento on-line de uma marca farmacêutica e a gestão das relações com o web-consumer são aspectos aqui tratados, numa linguagem simples e perceptível para leitores que não tenham conhecimentos técnicos ou de marketing. |
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Martin, Yvonne, E-pharmacies in Europe – Will the internet revolutionise drug sales?, Informa Pharmaceuticals, London 2000.
Este relatório discute a possibilidade de introdução do e-business na área farmacêutica, a nível dos mercados europeus. Todos os aspectos que se afiguram como entraves ao sucesso desta inovação são aqui analisados. A complexa teia de legislação nacional e europeia que regula esta actividade, a falta de interesse por parte das farmácias em incrementar esta nova atitude comercial, as compreensíveis dificuldades nas comparticipações dos medicamentos, as preocupações com a segurança e a confidencialidade de dados e o difícil acesso à internet por parte dos principais consumidores de medicamentos - classes sociais mais desfavorecidas e faixas etárias mais idosas – são as principais barreiras que se colocam ao desenvolvimento da ideia de vender medicamentos directamente aos doentes, através da internet. |
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Mills, Fred, Patient Groups and the Global Pharmaceutical Industry – The growing importance of working directly with the consumer, Informa Pharmaceuticals, London 2000.
A outra face do processo é a dos grupos de doentes. Dentro da arena dos cuidados de saúde, os doentes ou consumidores surgem pela primeira vez como interlocutores. Porque deve a Indústria Farmacêutica se interessar pelos grupos de doentes e vice-versa? Este estudo chama a atenção da Indústria Farmacêutica para a necessidade de diversificar os potenciais destinatários dos seus produtos. O foco de interesse da indústria não se pode concentrar apenas nos prescritores de receitas médicas, mas cada vez mais nos grupos de doentes. Estes são alvos muito atraentes para empresas farmacêuticas, pela sua assiduidade no consumo de medicamentos.
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Jorge A. Vasconcellos e Sá, Análise Quantitativa da Indústria Farmacêutica em Portugal, Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica(Apifarma), Dezembro 2002.
“Análise Quantitativa da Indústria Farmacêutica” é o “sumário executivo” de um estudo alargado que examina não só a Indústria Farmacêutica, mas toda a envolvente externa do sector da Saúde e da Sociedade.
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Um Ano em Síntese 2002, Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica(Apifarma), Fevereiro 2003. “Um Ano em Síntese ’02” descreve sucintamente o trabalho desenvolvido pela Associação ao longo de 2002, nomeadamente nas áreas da Política do Medicamento, dos Estudos, das Comissões Especializadas, do Intercâmbio com a Comunidade Científica, da Deontologia, das Associações de Doentes, da Comunicação Escolar e da Participação nos Grupos de Trabalho das Associações Europeias.
Estes livros encontram-se, na Apifarma, disponíveis para consulta. |
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C. ESPECIALIZADAS |
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A I.F. EM NÚMEROS |
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PARCERIAS |
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